14/06/2017


Alergias alimentares em bebês e crianças.

Alergia ao leite de vaca é particularmente comum em bebês e crianças pequenas. Além de causar eczema, urticária e asma, pode causar cólicas e insônia e talvez sangue nas fezes ou deficiência no crescimento. Acredita-se que bebês são particularmente suscetíveis a esta síndrome alérgica porque seus sistemas imunológico e digestivo são imaturos. Alergia ao leite pode se desenvolver em questão de dias a meses do nascimento. Felizmente, a maioria das crianças supera a alergia ao leite de vaca por volta dos 5 anos de idade. É importante informar às mães que estão amamentando que, se elas beberem leite, o bebê pode ser exposto a algumas proteínas do leite.

Se o seu bebê estiver tomando fórmula de leite de vaca, seu médico pode sugerir uma mudança para a fórmula de soja ou uma fórmula elementar, se possível. Fórmulas elementares são produzidas a partir de proteínas processadas com a adição de suplementos (basicamente açúcares e aminoácidos). Há poucos, se houver, alérgenos nestes materiais.

A amamentação exclusiva por pelo menos 3 a 4 meses pode proteger os bebês contra o desenvolvimento de chiado e eczema pelos 2 primeiros anos de vida, especialmente se na família houver alergia ou asma. Os efeitos protetores em fase mais avançada da vida são desconhecidos. Com frequência, portanto, os médicos sugerem às mães que alimentem seus filhos apenas com o leite materno nos primeiros 3 a 4 meses de vida.

Retardar a introdução de alimentos sólidos até os seis meses de idade pode ou não prevenir alergias alimentares. A Associação Americana de Pediatria (American Academy of Pediatrics) inicialmente recomendava que se retardasse a introdução de ovos na dieta das crianças até os dois anos de idade e amendoim, nozes e peixe até os 3 anos de idade. No entanto, estas recomendações estão sendo revisadas. Parece que bebês com baixo risco de desenvolver alergias podem receber alimentos sólidos após os 4 a 6 meses de idade. É importante discutir as recomendações individuais de alimentação com o médico de seu filho.

Fonte:www.cuidadosmil.com.br

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